Queda da ponte entre MA e TO: "um ano se passou e a dor aumentou", diz irmã de motociclista arremessada
Lorena Ribeiro é uma das vítimas do desabamento de Estreito. Ela estava em uma motocicleta quando a ponte cedeu e foi arremessada.
Mais de um ano após o desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek, entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), famílias das vítimas ainda enfrentam a dor da perda e cobram respostas das autoridades. Novas imagens divulgadas nesta semana, que mostram o momento em que veículos são arremessados com a queda da estrutura, reacenderam o sofrimento de parentes.
Entre as vítimas está Lorena Ribeiro, que tinha 25 anos e foi a primeira identificada após o acidente. Ela estava em uma motocicleta quando a ponte cedeu e foi arremessada com o impacto. Segundo a irmã, Amanda Rodrigues, a dor permanece intensa mesmo após um ano.
"Minha mãe, desde ontem, quando começou a questão dos vídeos está sofrendo muito, chorando o tempo todo. Nós estamos todos chorando, todos sofrendo, porque justamente o vídeo pega o momento exato da morte dela através da câmera do caminhão. Parece que um ano se passou e a dor aumentou", contou.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes informou que há diversas ações em tramitação na Justiça, movidas por familiares, órgãos públicos e entidades civis. Entre os pedidos estão indenizações por danos materiais, morais, lucros cessantes e possíveis danos ambientais.
Imirante, com informações do g1 TO